Edu-entretenimento (ou edutainment) combina aprendizagem e engajamento para aumentar retenção e conclusão. Entenda o conceito, exemplos práticos, prós e contras para o treinamento corporativo.
A tecnologia não é o que transforma treinamento em
execução.
Mas quando bem aplicada, remove obstáculos reais que impedem o
conhecimento de chegar ao campo na forma certa.
Nos primeiros times, o conhecimento se transfere por proximidade. Quando a empresa cresce, esse modelo quebra e o tempo para produtividade começa a variar de forma que a liderança não controla.
O produto tem evidência clínica. O departamento médico domina o assunto. O desafio está em fazer esse conhecimento chegar ao representante, ao técnico de campo ou ao atendente, de forma que ele consiga aplicar com precisão.
Operações distribuídas crescem e o padrão operacional não acompanha automaticamente. O problema pode estar na estrutura do treinamento e não no gestor local.
Microlearning não é moda de mercado de T&D. É uma resposta direta a um problema real de operação: o técnico precisa acessar o conhecimento certo no momento certo e não lembrar de tudo que aprendeu em um treinamento de oito horas.
EAD (Educação a Distância) no contexto corporativo significa treinamento entregue por meio digital, sem a necessidade de presença física simultânea do instrutor e do aprendiz. O técnico acessa o conteúdo no momento que faz sentido para ele, no dispositivo disponível, no ritmo que a operação permite.
O diferencial técnico do produto existe, mas não chega à equipe de vendas da forma certa. Saiba como estruturar treinamento de produto que gera resultado comercial.